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ia jurar...

que não tinha colocado o despertador para as 6.30 da manhã, que raio de ideia a minha, só me lembro de ter posto o outro para as 7.30 e tocaram os 2... mas eu já tinha aberto o olhito antes disso! acho que as caminhadas me andam a fazer mal... muito mal mesmo!

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mais uma vez não vi o hino... e na verdade o jogo vi-o sempre com atenção repartida... cheia de boas intenções lá fui eu, a clau, mais uma criança ver o jogo... toda a gente sabe que isso comigo não resulta! pior se na mesa ao lado estiverem mais uma mãe com 3 miúdos lindos de morrer... ao primeiro quase golo gritei e soltei a língua, foi só uma vez, acho que nem acabei a palavra, mas lembrei-me imediatamente que não estava no estádio da luz, que aqueles meninos não deviam estar habituados a estas manifestações excessivas e que o império não é o sr cardoso, nem a minha casa... momento de enorme arrependimento pela opção... pedi logo desculpa à mãe pelo excesso de entusiasmo e voltei a tomar atenção. esse momento foi em que tudo virou, claramente os miúdos deram por mim e vá de querer conversar sobre o mundial, sobre futebol em geral, de mostrar os cromos que por acaso tinha com ele, sobre o sporting, sobre o benfica... o mais velho era do benfica como o pai :) os gémeos ainda não se ti...

se não sabe porque é que pergunta?

... foi o primeiro livro do joão dos santos que li, pelo titulo achei piada, longe estava eu de saber o que ia aprender com este senhor, com quem trabalhou com ele e o que eu fui aprendendo no que respeita a sentimentos por perguntar! as perguntas em si não são certas nem erradas, mas põe-nos a pensar nas coisas... podemos até ficar na mesma mas pelo menos pensámos sobre isso! às vezes, perguntamos só para ter a certeza do que já sabemos ou do que sentimos, para nos (re)assegurarmos que é mesmo isto... mas, em última análise a decisão é, única e exclusivamente, nossa, pessoal e intransmissível...

música no coração...

ontem e hoje senti-me a maria, do música no coração... com as devidas diferenças! não sou freira, nem quero ser, não estamos nas montanhas da aústria, não existe um capitão von trapp, felizmente também não há uma futura madrasta e sou aversa a apitos, acho que os miudos funcionam melhor a beijinhos ainda que uma vez ou outra tenha que lhes abrir os olhos e mandar 2 berros... pensava que não mas a paciência não se esgota de maneira tão rápida, temos é que recarregar baterias e voltar a tentar, respira, reavalia e nunca mas nunca perder a calma, mesmo quando se engrossa a voz... era assim que funcionava e as coisas corriam bem e eles gostavam de mim assim, sempre com resposta pronta... que me valeu muitas vezes "não vale a pena a teresa tem sempre resposta". algumas prelecção sobre o que quer que fosse e eles não interrompiam porque já sabiam que se o fizessem me ouviam pelo menos mais 10 min :D... e muitos, muitos sorrisos cada vez que lá vou e saudades de parte a parte... por...

parque de campismo X hotel de 5*

e o resultado é um igual dou-me bem nos dois e consigo divertir-me da mesma maneira, interessa mais as pessoas que nos fazem companhia na ocasião! porque o que eu gostava mesmo era de fazer campismo selvagem ou simplesmente dormir num saco cama debaixo das estrelas... isso sim seria uma nova experiência na minha vida, mas é perigoso :D pensando melhor se o fizer no meu terraço, não é!!! reparei que estou a apenas a 14 dias da minha primeira semana de férias...

bichos...

já consegui interromper a leitura logo no prefácio para partilhar... passo a citar: "ora eu sou teu irmão, nasci quando tu nasceste, e prefiro chegar ao juízo final contigo ao lado, na paz de uma fraternidade de raiz, a ter de entrar lá tresmalhado como um lobo tresmalhado. ninguém é feliz sózinho, nem mesmo na eternidade. de resto, um conto que te agradou, tem algumas probabilidades de agradar aos teus netos. porque não hão-de eles tirar ninhos quando forem crianças? e, se tal não acontecer, paciência: ficarei um pouco triste, mas sempre junto de ti, firme na consolação simples e honrada de ter sido ao menos homem do meu tempo. (...) Teu Miguel Torga"

instabilidades...

já está o primeiro livro chegou ao fim... tivesse eu começado à mais tempo e tinha poupado alguns dissabores! mas a vida nunca é como nós queremos, farto-em de o dizer para os outros mas continuo a acreditar que para mim pode ser simples e sem nós... uma verdadeira maçada! enquanto o lia vieram-me à memória situações dos tempos de criança, situações da adolescência, situações da entrada da idade adulta, situações da vida profissional, da vida pessoal, uma mistura de sentimentos complicada mas esclarecedora a ver se não me esqueço! vou voltar ao plano traçado, a seguir vinha o miguel torga, sugerido por papai há anos e anos atrás, já está comprado aliás foi no mesmo dia deste que findou, resolvi que não queria esperar que acabassem as férias da família, nem queria esperar pela altura em que finalmente vou voltar a decidir fazer uma visita a casa da família... eu sei que peco nisso por defeito, só lá vou quando estou mesmo a precisar, mai de resto, falar ao telefone é suficiente, provave...