como o leito de um rio... para sempre!!!
21 de setembro de 2002 passaram quase 4 anos desde que ouvi as tuas últimas palavras " vou fazer-te muita falta " eu sabia que era verdade e respondi "vó não diga isso, tem é que comer e não se esqueça de beber água para voltar para casa depressa. nunca se esqueça gosto muito de si !"... engraçado como as coisas mudam desde sempre e enquanto crescia a avó sempre me disse "filha tens que comer estás tão magrinha!" e nesse dia foi a minha vez de ter a mesma preocupação... mal deu tempo para chegar a lisboa e o telefonema que eu nunca quis receber chegou... "teresa, a avó... ( silêncio )!"... essa noticia fez-me entrar numa espécie de congelamento emocional... o tempo deixou de passar, eu deixei de sentir, a enorme dificuldade de estar perto do local onde o teu corpo se encontrava, queria estar sózinha, queria estar contigo outra vez e voltar a dizer-te que gostava muito de ti, não consegui verter uma única lágrima enquanto te acompanhava no nosso ú...