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A mostrar mensagens de Agosto, 2009

coisas que se ouvem e nos deixam com um sorriso meio parvo...

... significando não me conheces assim tão bem para saberes isso mas tens razão, será que sou assim tão transparente?!?


nós somos mesmo maus!
criança - ah basta olhar para vocês para saber que nunca fariam mal a nenhuma criança...

eles - faça lá a sua cara normal, mas não se pode rir
(eu faço)
eles - eu disse que não se pode rir tente lá outra vez!


não tenhas ilusões isto é tudo por interesse!
amiga - basta conhecer-te para saber que vindo de ti nunca pode ser por isso.

se eu não te conhece-se se calhar tinha medo de ti!
aluno (no terceiro dia de aulas) - não! a professora nunca ia ter medo de mim...



P.S. como eu gostava de conseguir enganar as pessoas... incapacidades!

a minha vida tem sido bastante minimalista...

entre t-shirts, tintas, peixinhos, mãozinhas, pézinhos, barquinhos e muitos muitos dodot's... mas já estamos em contagem decrescente para o final!

...

paciência é um dos meus atributos, sempre achei que a teria para toda a gente. ontem descobri que há um segmento de pessoas para as quais não tenho a mínima paciência classifiquei-as de ressequidas. não me refiro aos velhos, esses são-me na maioria caros pelo muito que os aprendo, os leio nos sulcos da pele e nas mãos usualmente suaves (os risquinhos na cara não me assustam), os observo, os ouço e me perco nas palavras e nas histórias de vida. também não me refiro a pessoas amarguradas... porque mesmo a amargura tem um colorido, uma suavidade e doçura próprias. percebo agora algumas reacções perante algumas pessoas que, independente da idade, mantive ao largo. era essa a característica comum que só ontem consegui detectar!

festas do mar II

a partir de amanhã estarei por aqui, no sector estampagem de t-shirts, com os piquenos de cascais e dos concelhos adjacentes, que nós e a câmara somos muito democráticos ;D

a animação nocturna vai ficar a cargo dos seguintes intervenientes façam o favor de visitar esta iniciativa, mesmo ali em frente à praia dos pescadores...

PROGRAMA | FESTAS DO MAR

Dia 21 Agosto de 2009, às 22:00 horas -Michael Carreira

Dia 22 Agosto de 2009, às 22:00 horas -David Fonseca

Dia 23 Agosto de 2009, às 21:00 horas -Morangos

Dia 24 Agosto de 2009, às 22:00 horas -banda “Tenis Bar”

Dia 25 Agosto de 2009, às 22:00 horas -Joana Amendoeira

Dia 26 Agosto de 2009, às 22:00 horas - Polo Norte

Dia 27 Agosto de 2009, às 22:00 horas - Rita Guerra

Dia 28 Agosto de 2009, às 22:00 horas - “The Gift”

Dia 29 Agosto de 2009, às 22:00 horas - João Pedro Pais

Dia 30 de Agosto de 2009, às 22:00 horas - Rui Veloso

e se eu acredita-se em principes encantados...

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este era o meu... se o virem por aí façam o favor de avisar!!!

concertos a que quero ir até ao fim do ano

3 cantos sergio godinho, zé mario branco e fausto no campo pequeno a 22 de outubro, (a apelar às raizes e à veia revolucionária, ou não fosse eu filha de abril e alentejana! obrigada mano pelo que fizeste por mim em termos de gosto musical), depeche mode a 14 de novembro no pavilhão atlantico (a fazer lembrar a adolescência do meu mano e já que ele não vai, vou eu em representação, mais uma vez obrigada) e franz ferdinand a 2 de dezembro no campo pequeno (porque nem só de memória de adolencência se faz o gosto musical ;D )

e o filme...

conduziu-me pelo mundo onírico, bem ao jeito de freud, numa tentativa de resolução de problema... fosse tudo tão fácil de dia como é à noite de mãos dadas com o sonho, para lá do principio de realidade à beirinha do principio do prazer, mas nunca além dele porque o inconsciente não dorme!

duplo amor...

durante um dos dialogo ouve-se estranha forma de vida pela voz de amália ali à beira de manhattan... talvez tenha sido esta combinação inusitada que levou o joaquim a dar uma volta on the wild side! mas gostei muito mesmo...

a propósito da música ao lado...

já não a ouvia desde os 12 anos, mas tenho para mim que a minha primeira lembrança desta melodia se reporta a 1981 altura em que tinha 3 anos (imprecisão de memória acabo de ver que a música só foi editada em 1990). retenho imagens do tarrafal, da cidade da praia, da lagosta comida ali à beira mar, do sr antónio (alçada batista) que escrevia livros e que gentilmente me ofereceu um, dos meninos da cidade velha que pediam doces, de s. jorge dos orgãos e de santa catarina, do baile na assumada em que a medo me convidaram para dançar só por delicadeza (todo o cabo verdiano sabe que tuga dança mal) e me fizeram O elogio, que dançava bem, saudade dessa terra que desde que trabalho no cacém me é outra vez mais próxima e mais querida. como se não bastasse foi à pouco tempo no casamento que voltei a ouvi-la e lá fui perguntar de quem era... depois num jornal leio uma crónica de um ex-ministro que me deixou nostálgica de um tempo que já não era claro para mim, a saber-me a memórias de futuro...…

sr nobre o escultor de colheres

numa das fugas nas imediações da zambujeira conheci o senhor nobre. sentado no passeio enquanto esculpia colheres e a curiosidade guiou-me até ele e a pretexto de comprar uma colher ouvi-o contar as suas histórias, enquanto de quando em quando me alertavam que se lhe desse conversa nunca mais teria a colher pronta. as estórias de amor, família, dos tempo idos, sucediam-se entre memórias, alertas, pedidos de opinião, curiosidade sobre a vida na capital, tudo porque o tempo, no meu alentejo, tem outra dimensão e ganha contornos de imensidão. pelo meio também houve silêncios, tempo para captar a essência do seu oficio num instantâneo sem ele perceber que eternizava os momentos. no final pedi-lhe um beijinhos e para tirar com ele uma fotografia, depois das muitas que já tinha tirado. mostrei-lhe o resultado e ele surpreendeu-se, penso até que se emocionou por perceber a tenção com que segui os seus movimentos enquanto esculpia a madeira! despedimo-nos com um até para o ano para novas conv…

casamentos e taxistas...

ambiente bem descontraído, quase familiar, não me lembro de me ter divertido tanto num casamento. no regresso a casa o taxista achou que era boa ideia falar-me da sua vida e convidar-me para sair, mantive o sorriso, o que não foi difícil devido à escassez de sangue no álcool, desejei uma boa noite e bom trabalho fui para casa...

num golpe da asa...

a gaivota dos alteirinhos veio a lisboa e regressará em tempo útil à praia que já deixa saudades, ao pão quente pela manhã, à musica, aos copos, aos amigos, às conversas, aos mergulhos naquele mar que revigora pela temperatura e pela agitação... recarregar mais um pouco as baterias numa praia que a cada ano é mais dela!!!

até já...

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GAIVOTA DOS ALTERINHOS – JORGE PALMA (VOO NOTURNO)


DANÇA SOBRE AS ONDAS DO MAR,
GAIVOTA DOS ALTERINHOS
DESPERTA DIA APOS DIA
A VIDA DA PRAIA AINDA FRIA
PLANA A SEU BELO PRAZER,
SOBRE O CARANGUEIJO E O SARGO

ENTRE AS MALADRICES DO VERÃO
E O SORRIZO TERNO DO CHÃO.

GAIVOTA, DOS ALTEIRINHOS
É TÃO BOM VER-TE VOAR
GAIVOTA, DOS ALTEIRINHOS,
NUNCA DEIXES DE ACORDAR, NUNCA DEIXES DE ACORDAR

ENTRE O CHILL OUT E O TRANCE
A SINFONIA DOS GRILOS
UM POUCO DE ROCK´N ROLL
E UMA VALSINHA AO POR DO SOL
E FINALMENTE AO LUAR ADORMECE SATISFEITA
ESSA GAIVOTA SEREIA, NOS BRAÇOS DO HOMEM AREIA

GAIVOTA, DOS ALTEIRINHOS
É TÃO BOM VER-TE VOAR
GAIVOTA, DOS ALTEIRINHOS,
NUNCA DEIXES DE ACORDAR, NUNCA DEIXES DE ACORDAR

GAIVOTA, DOS ALTEIRINHOS
É TÃO BOM VER-TE VOAR
GAIVOTA, DOS ALTEIRINHOS,
NUNCA DEIXES DE ACORDAR, NUNCA DEIXES DE ACORDAR

para se lembrarem de mim... vou ali aos alteirinhos... mas volto!

e agora... férias!

partimos hoje... eu e os bizinhos melhores que alguma vez terei... desta vez vamos partilhar casa ao fim de todos estes anos...
assistir ao nascer do sol trouxe-me à memória tempo idos e saudade... 31 de julho era o dia do regresso, depois de um mês a acampar.
partíamos a 1 de julho carro e atrelado carregados cheios até não caber sequer um alfinete, eu e um dos meus irmãos (eles têm 13 anos de diferença que me lembre nunca chegamos a ir os 3 no carro) mais uma das minhas amigas ocupávamos o lugares de trás do carro encaixados entre os colchões, as malas e tudo mais que já não coubesse em mais lado nenhum. tudo carregado e saiamos durante a noite, ao nascer do sol já tinhamos chegado ao destino depois era aguardar que o parque abrisse, escolher o local que seria a nossa morada nos 30 dias subsequentes, atendendo ao espaço e às sombras dos pinheiros mansos que pontuavam o parque de campismo da praia verde, descarregar, montar o estaminé, entre estacas e martelos e mais a tenda pesada T2,…