quarta-feira, dezembro 31, 2008

um grande bem haja a 2009




com os dados já lançados...
aqui vamos nós!!!

retrospectiva...

estou cada vez mais como as crianças:
- por causa do sorriso constante ou por outra coisa qualquer levam-me pouco a sério e por isso que zango fecho a mão com muita força como se a reclamação fosse muito mais incisiva
- acredito que se fechar os olhos e pensar com muita força numa coisa ela se torna realidade (e não é que às vezes resulta)
- acho que tenho o poder de fazer os outros felizes (e sei que em certos momentos o consigo)
- quando sei que tenho que engolir um sapo enorme para conseguir o que quero, faço-me desentendida e lanço o meu maior sorriso para desarmar o interlocutor em prol de uma causa maior
- choro no cinema em quase todos os filmes
- quando não gosto de uma coisa, ponho na borda do prato mas não deixo que me passe na garganta só porque assim é mais educado
...

de 2008...

... espero que fique o que foi realmente importante e que cresça até ao limite do infinito, que do sítio onde me vejo hoje ainda não consigo perceber exactamente a tudo o que me refiro...

no entanto, há momentos transparentes que ajudam a que alguns ao observar de longe me digam: - tu és mesmo feliz, não és? a minha resposta é curta: sim! mesmo não tendo a certeza que isso seja a verdade, toda a verdade e nada mais que a verdade, será isso realmente importante?!? (a ideia que os outros têm de mim?!?) mas a felicidade não se compra e eu tenho a ingenuidade e genuinidade suficiente para me sentir feliz em muitos momentos da minha vida...

momentos como os de ontem
- em que escolhi os padrinhos para um filho que não faço ideia se alguma vez terei (mas gostava muitíssimo, não a qualquer custo), em que disse tudo o que sentia a alguém que me importa e que percebi que o mundo onde não pertenço esbate a minha felicidade mas não me prende... em que fui oficialmente convidada para ser madrinha de um rebento (que também ainda não existe fisicamente) devem andar os dois de mãos dadas perdidos algures num mundo paralelo onde vivem todos os bebés imaginados e desejados, que esperam só uma oportunidade para se materializarem... em que ouvi que era a melhor amiga de alguém que também o é para mim levas o óscar mas neste grémio existem mais pessoas que ocupam lugares igualmente importantes o meu coração é uma pensão com muitas penthouses
- em que jantei com com outra laureada com o mesmo galardão só pelo prazer de estarmos juntas a conversar
- em que do outro lado da linha estava mais uma forte candidata ao prémio e falámos das coisas da vida e de tudo mais o que nos apeteceu
- em que marcaram presença algumas das pessoas mais importantes da minha vida por isto ou por aquilo só porque sim
tudo isto porque dou ao tempo o valor e a dimensão que ele realmente tem e trato de o aproveitar da melhor maneira que sei e posso com as pessoas que me fazem feliz


terça-feira, dezembro 30, 2008

someone is out there watching for me...

e subitamente ouvi esta música na rádio... não podia ser melhor banda sonora para a despedida de 2008! (foi-me impossível sacar o teledisco original do video codes e tenho pena porque está maravilhoso)
é mesmo isto tem a energia suficiente para a despedida deste ano que foi, vá mais ou menos e óptimas vibrações para arrancar para o próximo que será no mínimo um ano mais ou menos que aprendi que não se deve embandeirar em arco e dizer que somos felizes porque atrai invejas...

vai daí que desejo a todos os leitores e não leitores um 2009 mais ou menos, just in case!

p.s. uma atenção especial às coisas e pessoas das quais i love the sound of you walking away e que me fizeram gostar ainda mais desta música que vai ficar por aqui como banda sonora enquanto me apetecer ;)

coisas estranhas no natal em lisboa...

pois que ainda não tinha aqui mencionado as cenas inusitadas que assisti este ano em vésperas de natal...
ora vejamos, Figo às compras em lisboa. eu que pensava que este ilustre cidadão do mundo já se tinha esquecido do caminho para portugal e não é que vou a passar ali perto da baixa e zás... avisto o senhor provavelmente desejando feliz navidad aos transeuntes! não estava mesmo só a voltar da louis vuiton nas últimas compritas e parou ali o carro às três pancadas deixando o chouffeur no popó, para não atrapalhar muito, ou não! vai daí mais umas horitas passadas vou por gasolina e aparece-me um jovem de ar duvidoso a perguntar se não lhe arranjava uns euritos que tinha ficado sem gasolina e precisava de ir até alverca, disse-lhe que não tinha dinheiro mas quando me cruzei outra vez com o senhor lá lhe dei uns 80 cts que tinha no bolso. logo a seguir, perto do prior velho a visto senhor a atravessar a segunda circular em cuecas, era dezembro e parecendo que não à noite faz frio... um grande bem haja às situações inusitadas de natal!!!

domingo, dezembro 28, 2008

optimização do processador...

gostava de ter um pop-up que me abrisse o olhos naquelas coisas bem óbvias que só não vejo porque quero acreditar em sei lá o quê...
saltava uma janelinha e tinha uma mensagem:
- atenção: erro no carregamento o seu sistema pode bloquear
- virus alert: esse programa é nocivo
- warning: faça reboot agora esse não é o caminho!!!
ou então poder fazer reset a determinados momentos que geraram mais e mais momentos duvidosos, economizava a memória, algumas mazelas e não se perdia grande coisa. ganhava espaço e perdia informações desnecessárias.
consigo convencer-me de cada coisas, acho que devia fazer um reprocessamento do sistema, simplificá-lo, seguir as coisas by the book, sem saltar patamares. isto de ser demasiado impulsiva ou simplesmente não gostar de jogos de esconde-esconde, complica-me o percurso... i should be used to it instead of thinking that maybe this time will be diferent. uma vez que a única constante é mesmo o meu processador acho que vou aproveitar e fazer um up-grade, acho que já é tempo!!! embora se saiba que nisto da informática é mais proveitoso comprar novo que reparar o já existente...

sábado, dezembro 27, 2008

para a wwf





I recommend Hotels Combined and sent $20 to World Vision!



sexta-feira, dezembro 26, 2008

pelos olhos deles...

... a professora nunca chega atrasada porque acorda com o mar...

não quis desencorajar a simplicidade e beleza da explicação

mas na verdade é com o rio que acordo, que é mais tranquilo e igualmente bonito, acho que só tive a verdadeira noção da vista com a qual acordo, quando a miúda me chamou a atenção, às vezes, é bom ver as coisas pelos olhos dos outros, que nos são queridos e especiais... por vezes, os nossos não conseguem ver para além do óbvio...

isto fez-me lembrar uns versos de sophya, também vizinha, que um dia escreveu:

"Quando eu morrer voltarei para buscar
Os instantes que não vivi junto do mar"

é muito fácil ser feliz, excepto quando é difícil!

segunda-feira, dezembro 15, 2008

Miguel Esteves Cardoso

Quero fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calcas e das contas da lavandaria. Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e a mínima merdinha entram logo em "dialogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-socio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas. Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá tudo bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, banalidades, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alivio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "da lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. é essa a beleza. é esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. é uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida as vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um principio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. é a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. E por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante é dia e dura a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar é não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E vale-la também.

sábado, dezembro 13, 2008

mensagens do café...

em tempo de alinhamento da lua cheia, com Júpiter e Venús, parece que o universo continua do meu lado e manda-me mensagens simpáticas no café... eu que sempre estive atenta a estes pacotinhos nunca me tinha cruzado com este e gostei.

... um dia deixará de ser só um dia e passará a ser o nosso dia.

fica aqui a promessa que um dia o ofereço a alguém que o mereça... ou então só porque me apetece!

encontro com a psp ou como a vida me corre bem

pois que um dia deste saí de casa e logo pela manhã a brigada de trânsito mandou-me encostar... bom dia, os seus documentos, por favor! comecei a reunir os documentos entreguei-os que já tinha e fui em busca da carta verde, disse ao senhor que visse o selo enquanto eu a procurava. o seu selo está fora de prazo, aguarde só um bocadinho, não estou a encontrar a carta verde, deve estar em casa... o senhor disse-me olhe deixe estar, eu vou confiar que tem o seguro pago e nem vou passar o papel que a obriga a ir mostrar a carta verde à esquadra, mas olhe que poderia passar-lhe uma multa de 250€, porque está a circular sem o selo actualizado, mas pode seguir... há dia felizes ;)

a "minha" lenda de sintra...

diz a lenda que há muito, muito tempo,, havia uma bela donzela cristã que se chamava Maria Teresa. estava noiva de um cristão velho e rico.
certo dia, a donzela passeava com a sua aia pelos jardins verdejantes e perfumados, junto a uma gruta de águas cristalinas, quando o seu olhar avistou um elegante mouro.
- reparai, Briolanja, que belo moço!
- e reparo que não tira os olhos de vós!
- não digais tal coisa Briolanja. sabeis muito bem que estou noiva de d. Mendes da Cunha e Silva.
a partir desse dia, sempre que Maria Teresa passeava pelo jardim, colhendo rosas, encontrava junto à fonte, um poema de amor escrito pelo mouro, d. Panzo. o coração de maria teresa, não mais resistiu aos encantos do seu poeta admirador.
a noticia deste amor rapidamente se espalhou por toda a vila. quando d. mendes da cunha e silva soube deste caso logo desafiou panzo para um duelo junto à gruta.
o confronto iniciou-se e eis que subitamente maria teresa se colocou entre a espada e o seu amado sendo ferida de morte por d. Mendes.
diz o povo que a alma de dona Teresa encarnou numa fada que à meia-noite vai para a gruta chorar de saudades do seu amado Panzo.
ficou esta gruta conhecida desde então como a gruta da fada...



esta história foi escrita pelos nossos meninos da turma 2, a propósito da visita de estudo a sintra e foi declamada pelos próprios como presente para os nossos meninos da turma 1, junto à gruta que existe nos jardins do palácio da pena, onde d. teresa ainda hoje vai chorar de saudade...
perguntou-me a minha irmã quando leu "qual é a parte real desta lenda?" repondi-lhe eu... a gruta, a magia dos jardins do palácio, que existem mouros que são bons mocinhos e que qualquer dona Teresa que se preze não hesitaria entre a dinheiro do rico cristão e o amor verdadeiro do mouro, nem que para isso tivesse que perder a vida... acho que ainda estava embuida pelo espírito de Cintra!

a minha mais que tudo...

está crescida, simpática, doce, feliz, parecida com a tia teresa (diz a mãe) logo é do benfica e já fica atenta aos senhores vermelhos que correm naquela coisa verde à espera que eles consigam por aquela bolinha no rectangulozinho branco mas muito mais bonita (digo eu) e o meu irmão está feliz, o pai mais babado do mundo (pelo menos do meu mundo, é mesmo esse que me interessa).


acho que não são necessárias palavras, basta mesmo esta carinha para dizer tudo...


P.S. há uma coisa muito comum entre mim e a guigas em certas fotografias fazemos lembrar o rodolfo a rena do pai natal, os nossos narizes brilham ;)

sexta-feira, dezembro 12, 2008

significados

quem nunca namorou em sintra nunca namorou de verdade...

e pelo que pude descobrir e conhecer da zona, da magia, da serra, dos lugares, das lendas, parece-me que a pessoa que o disse a primeira vez tinha total noção da realidade!


e com esta simples frase que o uma amiga me disse a propósito da visita de estudo, tudo ficou mais claro, à luz desta frase parece-me que está tudo explicado... eu é que ando distraída ;)

quarta-feira, dezembro 10, 2008

eu bem sabia


pois que o senhor jason lá percebeu que lisboa merecia a sua presença e lá vou eu feliz e contente contar os minutos até 19 de março para entoar "i'm yours" em plenos pulmões ali no meio da arena do campo pequeno...

...

só corpo, desligado de tudo, perdido, de alma aprisionada bem fundo, lá dentro, um bocadinho depois de onde se pode alcançar.
corpo aliciante, definido, quente e suave com alma escorregadia que foge e se esconde quando parece querer abrir-se farta da distância que se impõe, porque só corpo.
olhar triste, sorriso doce, atento, envolvente mas só corpo.
corpo quente, alma anestesiada, a navegar numa outra dimensão que limita o encontro, para lá do prazer.
outro corpo que nunca aprendeu a ser só corpo, por incapacidade de se desligar do todo, de se compartimentar, para usar só o corpo.
corpo incapacitado de jogar este jogo que apetece e não se esgota assim, porque sente que as regras amputam o mais intimo de si.
corpo que não consegue fingir ser só corpo porque a alma o impede e contra isso não quer lutar sob o risco de acordar e deixar de se conhecer.
só corpo(s) de delito, de prazer, de segredo cujo o encontro não se deu, num tempo que se perdeu...


terça-feira, dezembro 09, 2008

magia

há sítios que têm um potencial mágico em nós... eu tenho um muito especial pelo qual tenho o maior carinho, que foi o meu local de estágio, a minha casa da praia... uma vivenda velhinha mas cuidada, ali para os lados da junqueira. é o meu refúgio para os dias menos bons, mesmo que seja só através das recordações, um sítio onde me sinto bem, querida, onde os sorrisos das crianças iluminam os espaços, é tudo tão familiar, tão bom... um sítio do qual tenho saudades mesmo antes de sair, mas sempre que volto é como se não tivesse passado o tempo. mas passaram 7 anos. à chegada cruzei-me com a zoe e depois a d. conceição, a tia locas e ajudei a fazer nascer presépios das mãos dos meninos e várias pessoas vieram cumprimentar-me, trocamos sorrisos, mimos e poucas palavras, também não são precisas. as cores e os cheiros, os ambientes e as texturas, as rotinas mantêm-se acho que é essa constância que torna especial aquele lugar e por isso o torno tão especial, tão mágico, tão meu...

sexta-feira, dezembro 05, 2008

só há uma coisa que não me acostumo...

isto de nas escolas as pessoas se tratarem por colegas... sempre ouvi dizer que as colegas não trabalham nas escolas. pelo menos que se saiba!

quarta-feira, dezembro 03, 2008

alegria no trabalho

em conversação com alguns colegas uma presenciais outras pelo telefone, considerámos positivo para melhor o ambiente implementar dias mundiais de... coisas giras. é que a pretexto dos dias mundiais a pessoas libertam-se bastante afinal está o mundo inteiro a festejar a mesma coisa. foram surgindo ideias algumas bem interessantes que passo a partilhar:
dia mundial do beijinho
com a variação dia mundial do beijo na boca
dia mundial do apalpão no rabo
dia mundial do abraço
dia mundial do anda cá se queres ver
dia mundial do vai lá vai e não leves a manta
dia mundial do pelo sim pelo não mudei de cuecas
dia mundial da camisola beeeeem bunita
dia mundial do tá quieto macaquinho
dia mundial do xorrilho de disparates (este eu comemoro várias vezes por dia, todos os dias)
dia mundial do pão com manteiga
dia mundial do chá com leite
dia mundial dos bons mocinhos
dia mundial das piquenas maravilhas

verificámos que alguns vamos implementar já, outros vamos implementar noutros empregos, outros não vamos implementar de todo, no entanto valeu pelas risadas que demos enquanto dissertávamos sobre este assunto ;)

segunda-feira, dezembro 01, 2008

mesmo isso...

... é uma pena que ainda não tenham inventado um tele transportador, era pensar e no momento a seguir zás!!!
apetecia-me tanto estar aqui...



praia do sono paraty


assim com'ássim é mesmo para a cama que vou
estou certa que o meu soninho ali naquela areia ia ser bem mais tranquilo

sentido(s)

estava a pensar na importância do sentido... devemos dar mais valor ao que é sentido ou ao que tem sentido. na minha vida já muitas coisas tinham sentido e acabaram por sucumbir porque não eram sentidas das mesma maneira... outras tantas não tinham sentido, mas deixei-me ir entre perdas de sentidos, mundos sem sentido, vias de sentido único que desembocavam em paraísos breves que com o tempo deixaram de fazer sentido, algumas vezes quando ainda eram sentidas. os segundos sentidos de coisas que nos disseram que faziam sentido. o sentido que damos a pequenos pormenores que só por si de nada valem. o sentido que os outros atribuem aos nossos sentidos, que podem ter sentido mas que provavelmente nem sequer são sentidos...
faz sentido pensar nisto, todo o sentido!
acho que já me perdi no sentido de tudo isto... pstt podes dizer-me qual é mesmo o sentido de tudo o que tenho sentido?!?!?


encontrado aqui

rtp memória Vs tesourinhos deprimentes

quem será que escolhe as grelhas televisivas com que nos brindam??? existem programas que revisitamos por saudade por nos trazerem memórias de tempos antigos, de acontecimentos, de épocas em que as coisas faziam sentido assim tal qual. delas guardamos o melhor e no reviver da coisa percebemos que não voltará a ser o que era mas apesar de tudo ainda gostamos, uma vez que olhamos com o filtro das recordações e revivemos com carinho.
depois há os tesourinhos deprimentes... queremos esquecer e eles insistem em impor-se deixando-nos perplexos com a falta de... nexo, sentido, já nem sei! só podemos rir... já que apareceste sem ser convidado fica a saber que não és bem-vindo! não é fácil de dizer, mas se é mesmo isso que sentimos valerá a pena rodear a questão... provavelmente confunde-se a frontalidade com a arrogância... é a vida! mas como esta é demasiado curta para nos darmos ao luxo de a deixar escapar por entre os dedos, prefiro assim sem espinhas...

hoje é segunda feira...

com sabor a domingo, um domingo arrastado de ontem e tirado a ferros sem fazer nenhum e com resquícios de uma velha lembrança tormentosa que volta e meia insiste em impor-se, que eu volto a chutar para canto sem qualquer necessidade porque esse jogo já acabou há muito, as equipas escolheram a sua táctica, como não existia árbitro, quando uma decidiu que o jogo estava no fim, deu-se por finalizada a partida... agora não faz sentido (re)actualizar a coisa numa partida amigável, até porque a constituição das equipas em causa está longe de ser a mesma, já ninguém se conhece!

... apetece-me qualquer coisa que não sei descrever, algo de emocionante, algo que me surpreenda, que me faça tremer, uma novidade (acho que por esta descrição quero um ovo kinder).